1879 – Nasce Elvira Brandão, mais tarde conhecida na sociedade paulistana como professora Elvira Brandão.
1904 – Elvira cria os primeiros cursos preparatórios para ingresso na Escola Normal Caetano de Campos, numa sala grande do Largo do Arouche.
1913 – O aumento de estudantes leva a professora a ministrar também o curso em casa, na Rua Major Sertório, com a inclusão de aulas de francês, um diferencial para a época. Posteriormente, já com o nome de Externato Elvira Brandão, a escola muda para a Rua Augusta e passa a funcionar com duas salas.
1916 – Impulsionadas pela sociedade paulistana e satisfeitas com os resultados do curso preparatório, Elvira Brandão e sua filha única, Aída, passam a atender crianças em um prédio construído na esquina da Rua Augusta com a Alameda Santos.
1919 – A escola é registrada no MEC e mantém os cursos Primário, Secundário e Jardim de Infância.
1921 – Elvira Brandão se aposenta. Aída prossegue na direção da escola e casa-se com Alarico Franco Caiuby, com quem teve três filhos: Dora, Caio e Flávio.
1930 – O Externato Elvira Brandão transfere suas instalações para um prédio de três andares, no número 1474 da Alameda Jaú, construído especialmente para a instituição.
1943 – Criado o curso Ginasial, Caio Brandão Caiuby, neto da fundadora, chega à instituição e atua como professor. O prédio passa por diversas ampliações e começa a formar estudantes que viriam a dar grandes contribuições à cidade: Júlio de Mesquita Neto e Ruy Mesquita, ambos do Estadão, e Lúcia Scarpa Pinto de Souza, que mais tarde seria diretora da FAAP (Fundação Armanda Álvares Penteado).
1945 – Altera-se o nome de Externato Elvira Brandão para Colégio Elvira Brandão.
1949 – Aída cede a escola para a formação de atores, como Paulo Autran, Tarcísio Meira, Etty Fraser, Aracy Balabanian e Eva Wilma.
1954 – Aída Caiuby aposenta-se. Sua neta, Camila Nardy Rocha, forma-se na escola. Passam pela instituição o médico Raul Cutait, Roberto Egydio Setúbal (ex-CEO do Itaú) e Paulo Saad Jafet (Grupo Bandeirantes).
1970 – Vem a óbito a professora Elvira Brandão.
1971 – A escola transfere sua sede para a Rua Luiz Seráphico Jr. – Chácara Santo Antônio, onde está hoje, em sintonia com a expansão da cidade.
1973 – Camila Nardy Rocha, bisneta de Elvira Brandão, assume a direção.
1989 – O médico Fernando Caiuby, filho de Caio, assume a gerência administrativa da escola. Nessa época, o piloto Rubens Barrichello destaca-se como um dos estudantes notáveis do Elvira.
1990 – Diversas ampliações são executadas no prédio da Rua Luiz Seráphico Jr.
2000 – O colégio torna-se forte no ensino de idiomas, mantendo convênios com as principais instituições voltadas ao ensino de língua inglesa e espanhola. O Colégio Elvira Brandão inaugura um Laboratório de Informática e passa a oferecer aulas de programação, uma iniciativa inovadora para a época. A proposta reforçava o compromisso da escola em integrar tecnologia e educação, preparando os estudantes para os desafios de um mundo cada vez mais digital.
2003 – É aberto o berçário. A escola passa a contar com uma plataforma de ensino completa até o Ensino Médio.
2010 – Novas ampliações são empreendidas no colégio. Investimentos representativos equipam a escola com recursos de alta tecnologia em informática e tecnologia da informação.
2014 – Aos 110 anos, o Elvira Brandão mantém-se entre as mais inovadoras e respeitadas instituições de ensino privado da capital, com quase 900 estudantes e mais de 100 professores.
2023 – O Colégio Elvira Brandão lança seu currículo bilíngue, com imersão em inglês durante 50% da jornada escolar, fortalecendo uma educação global e preparando os estudantes para um mundo cada vez mais conectado.
2024 – O Colégio Elvira Brandão inaugura a Unidade Morumbi, ampliando seu alcance educacional. No mesmo ano, celebra seus 120 anos, reforçando uma trajetória de excelência e inovação.
2027 – A Unidade Morumbi amplia seus espaços de 800m² para mais de 2000m², passa a receber as turmas do 4º e 5º ano do Ensino Fundamental e oferta o currículo bilíngue às famílias. Um novo capítulo que fortalece a proposta de uma educação inovadora, acolhedora e de excelência.







Era o final do século XIX. Todo o comércio, a rede bancária e os principais serviços da cidade de São Paulo concentravam-se nas “ruas do triângulo”, espaço hoje compreendido pelas ruas Direita, XV de Novembro e São Bento. Em 1898, foi criado o cargo de Prefeito Municipal, substituindo o antigo governo exercido pela Câmara Municipal. Os Poderes Legislativo e Executivo se separavam.
São Paulo passava por profundas transformações econômicas e sociais decorrentes da expansão da lavoura cafeeira em várias regiões paulistas, da construção da estrada de ferro Santos-Jundiaí (1867) e do afluxo de imigrantes europeus. A população crescia extraordinariamente: de 130.000 habitantes (1895) para 239.820 (1900).
A São Paulo do século XX era sinônimo de progresso. As manifestações econômicas, culturais e artísticas, proporcionadas pela riqueza da cultura do café, transformaram a cidade. A área urbana começou a se expandir além das “ruas do triângulo”.
O desenvolvimento industrial gerava bairros tipicamente operários, onde se concentravam as indústrias próximas aos trilhos da estrada de ferro inglesa (São Paulo Railway) e nas várzeas dos rios Tamanduateí e Tietê. Em 1901, foi inaugurada a Estação da Luz. Um pouco mais distante do centro, a Avenida Paulista formava-se com áreas arborizadas e traçado elegante, abrigando as mansões dos grandes cafeicultores.
Os sinais telegráficos traziam notícias do mundo que repercutiram na imprensa e na sociedade locais. A cidade crescia, abastecendo-se de trens, bondes, eletricidade, telefone, calçadas, praças, viadutos, parques e os primeiros arranha-céus. Em 1903, foi fundado o Centro Acadêmico XI de Agosto, da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco.
Foi nesse contexto que, em 1904, Elvira Brandão, nascida em 1879, conhecida professora da sociedade paulistana, criou os primeiros cursos preparatórios para ingresso na Escola Normal Caetano de Campos, chamada de Escola Normal da Praça. Na época, as alternativas para as moças eram: preparar-se para casar ou para lecionar (ou as duas coisas); faculdade, nem pensar. Numa sala grande, no andar superior de um sobrado situado no Largo do Arouche, iniciava-se a história do Colégio Elvira Brandão.
Face ao sucesso do empreendimento, Elvira Brandão passou a ministrar o curso na Rua Major Sertório, já com o nome de Externato Elvira Brandão. Também eram ofertados cursos de língua francesa, um grande diferencial.
Em 1915, a sala já não era suficiente para acomodar o crescente número de estudantes. Elvira Brandão mudava-se para a Rua Augusta, onde construiu duas salas, mantendo ainda a característica de curso preparatório.
Para atender às solicitações de famílias paulistanas que, satisfeitas com o ensino ministrado às suas filhas, desejavam que seus filhos menores pudessem também receber educação de qualidade, foi dado o primeiro passo para transformar as aulas particulares em colégio. Em 1916, a filha única de Elvira Brandão, Aída Brandão, deu início à administração familiar na direção da escola.
Aída Brandão recebeu de seu tio, Horácio Sabino, a doação de um terreno na esquina da Rua Augusta com a Alameda Santos, onde ergueu um prédio com as instalações adequadas. Em 1919, a escola foi registrada no MEC, quando já contava com os cursos Primário e Secundário, além do Jardim de Infância.
Em 1921, com a aposentadoria de Elvira Brandão, o curso preparatório foi fechado. Aída Brandão casou-se com Alarico Franco Caiuby, com quem teve três filhos: Dora, Caio e Flávio.
O crescimento de São Paulo exigia mudanças para a escola que já era uma das mais tradicionais da cidade. Nessa época, entre as estudantes do Elvira estava Dorina Nowill, que, aos 17 anos, um ano após se formar, perdeu a visão.
Dez anos depois, devido à enorme paixão que tinha pela leitura e pelos estudos, Dorina criou a Fundação para o Livro do Cego no Brasil, organização conhecida hoje como Fundação Dorina Nowill para Cegos, que tem como missão favorecer a inclusão social de crianças, jovens e adultos cegos ou com baixa visão por meio de ações educativas e culturais, atuando na produção de livros em Braille e livros falados, também oferecendo serviços de atendimento especializado ao deficiente visual e sua família.
Em janeiro de 1930, sob a direção de Aída Brandão Caiuby, auxiliada por Maria Angélica Grellet, era inaugurado, no número 1474 da Alameda Jaú, um novo prédio de três andares, construído especialmente para abrigar o colégio, com maiores e melhores instalações, para atender à crescente demanda.
Além das salas de aula, diretoria e administração, o prédio trazia um laboratório de química, um museu de história natural e um gabinete de física. Entre brincadeiras, aulas de tecelagem, linguagem, ginástica e desenho, as crianças, a partir de 4 anos, aprendiam civilidade, declamação, marchas, jogos e cânticos.
Oficializado em 1943, o Curso Ginasial, antigo Secundário, trouxe para a escola mais um membro da família, o neto da fundadora, Caio Brandão Caiuby. O prédio da Jaú foi inúmeras vezes ampliado, possibilitando a formação de estudantes que mais tarde contribuíram ativamente para a cidade, destacando-se nas mais diversas áreas, como política, empresarial, intelectual e artística.
Entre essas personalidades estiveram os jornalistas Júlio de Mesquita Neto e Rui Mesquita, o ex-ministro das Relações Exteriores do Brasil, Olavo Setúbal, e Lúcia Scarpa Pinto de Souza, a segunda mulher a presidir a FAAP, além de ser uma das responsáveis pela formação do acervo de arte brasileira do MAB FAAP.
Em 1945, o Externato Elvira Brandão tornou-se Colégio Elvira Brandão. No final da década de 40, Aída seguia os passos de sua mãe, sempre receptiva às atividades artísticas, cedendo a escola para a formação de atores, sob o comando de Alfredo Mesquita, que iniciou a Escola de Arte Dramática.
Mesquita entendia que o ator necessitava de uma formação cultural e convidava amigos e diretores italianos para lecionar cenografia, figurino, interpretação, crítica, dramaturgia e direção. Do Elvira, a EAD foi para o TBC (Teatro Brasileiro de Comédia) para ser incorporada à USP, em 1966.
Nessa mesma época, um grupo de estudantes, hoje atores consagrados, ocupava as carteiras do colégio: Paulo Autran, Tarcísio Meira, Etty Frazer, Aracy Balabanian e Eva Wilma. Esta última, considerada uma das fundadoras do Teatro de Arena Eugênio Kusnet, integrou o primeiro elenco do grupo, reconhecido como um dos pioneiros e mais vanguardistas do teatro brasileiro.
O Ginásio, no início somente para moças, era considerado bastante completo para a época, incluindo aulas de português, francês, latim e inglês, História Geral e do Brasil, Geografia Geral e do Brasil, Matemática, Ciências Naturais, Trabalhos Manuais, Economia Doméstica, Desenho, Música, Educação Física e Religião (facultativas).
Sempre prezando pelo ensino de qualidade, defendido desde os princípios da instituição, no quadro da escola constavam professores de reconhecida competência e de grande prática, como o maestro Miguel Izzo, em Música, ou Caio Caiuby, um dos primeiros atores do TBC, que ministrava Literatura.
Luís Eulálio Bueno Vidigal frequentava a escola ao lado de Antônio Ermírio de Moraes e Guilherme Afif Domingos. Em 1948, o Ginásio encerrou suas atividades, pois as instalações da Alameda Jaú não comportavam o número de estudantes matriculados, que foram encaminhados para outras instituições, e o colégio passou a se dedicar exclusivamente ao Jardim de Infância e ao Curso Primário.
Ao fim de 1954, depois de mais de 38 anos dedicados ao desenvolvimento do colégio, Aída Brandão Caiuby aposentou-se, deixando a seus descendentes um legado de trabalho, coragem e retidão de caráter, sendo substituída na direção por Maria Osório Teixeira e Marina Rocha Penteado. Nesse mesmo ano, aposentou-se, também, Maria Angélica Grellet.
Sua neta, Camila Nardy Rocha, que leva o legado da família com os mesmos ideais e objetivos desde a fundação, formou-se na escola, que era como a extensão da própria casa, pois vivia brincando no recreio da escola desde antes de ter idade para frequentá-la. O renomado médico Raul Cutait, Roberto Egydio Setúbal e Paulo Saad Jafet, hoje diretor-presidente da Rede Bandeirantes, guardam boas lembranças da época.
Em 1971, atendendo à demanda do mercado e em busca de educação de qualidade, o Colégio Elvira Brandão reabriu o Curso Ginasial, sob a direção de Camila. Paralelamente ao crescimento da escola, a Rua Augusta foi se tornando um importante centro comercial. O prédio, já ampliado de todas as formas possíveis, encontrava-se apertado entre essa e a Rua Padre João Manuel, sujeito à poluição sonora e ao engarrafamento de tráfego.
A direção do colégio buscou expandir para onde a cidade também se expandia: acompanhando indústrias de alto porte, agências bancárias e de automóveis, além da Faculdade de Ciências Médicas, o colégio foi para a região de Santo Amaro, onde se mantém até hoje, na Rua Luís Seráphico Júnior, 158. Para tanto, foi construído um prédio dentro dos mais modernos padrões exigidos para um estabelecimento de ensino.
Durante todo o ano de 1971 preparou-se a mudança. Foi necessário assegurar aos pais a continuidade do trabalho, a condução até Santo Amaro, a manutenção do corpo docente e dos funcionários e a aprovação dos órgãos públicos para o funcionamento do colégio em outro local.
Em 1973, sob a direção de Camila, a mudança se concretizou. Um dos colégios mais tradicionais da cidade mantinha uma relação de extrema confiança, cooperação e cordialidade com as famílias. Foi criado um plano de financiamento da construção, sendo esse dinheiro devolvido aos pais depois que o colégio foi estabelecido no novo local.
Dora, mãe de Camila e também uma das proprietárias, organizava a saída da Alameda Jaú, com as peças todas numeradas e com local certo para serem colocadas no novo prédio. Em Santo Amaro, Aída, com a planta em mãos, recebia cada caminhão e fazia com que os móveis fossem colocados nos locais definitivos.
No entanto, apesar de haver a promessa, a Prefeitura não asfaltou as ruas. Com o princípio das aulas em março, vieram as chuvas de verão e a lama que se formava impedia a entrada na escola. Como solução, a direção ficava na porta, com botas de borracha e enormes guarda-chuvas, retirando, um a um, os estudantes dos carros e levando-os para dentro.
Todas as famílias seguiram no colégio e criaram comissões de arrumação e decoração do novo espaço. Foi um verdadeiro trabalho coletivo e uma conquista de todos: estudantes, professores, pais e mantenedores. Essa movimentação tornou-se o retrato de uma das características mais importantes do Elvira até hoje: a forte parceria com a comunidade escolar.
Era o momento para crescer, desenvolver e fazer do Colégio Elvira Brandão uma instituição de ensino completa, abrangendo todos os ciclos da educação básica. O Curso Colegial, hoje Ensino Médio, foi implantado em 1975, já com as três séries em funcionamento.
Desde essa época, a escola prezava a formação como um todo, promovendo o contato dos estudantes com realidades diferentes e a participação em ações de solidariedade, como o ex-estudante Wellington Nogueira, que em 1991 fundou o “Doutores da Alegria”, grupo de palhaços que leva muito riso e brincadeiras a crianças hospitalizadas e em UTIs.
Em 1976, Camila Nardy Rocha afastou-se da direção por um período, assumindo, então, Maria Regina Grassi Vieira de Souza e Hilda Magnani Mecca. Após seis anos, com o retorno de Camila, Hilda coordenou o Curso Primário até 1995, quando se aposentou.
Em 1989, outro bisneto de Elvira Brandão chegou ao empreendimento. Fernando Caiuby, filho de Caio, assumiu a Gerência Administrativa, trazendo a experiência empresarial para a direção da escola. Nessa mesma época, Rubens Barrichello Jr., que brilhou com a Ferrari na Fórmula 1, formou-se no colégio. Aqui, no Elvira Brandão, ele treinava kart com o patrocínio e a compreensão da escola.
Na década de 90, foi instituído o período integral para atender à evolução das mulheres no mercado de trabalho.
Em 2003, com a instalação do berçário, passamos a oferecer um ensino completo: dos quatro meses de idade à adolescência, com o término do Ensino Médio.
A partir da segunda década dos anos 2000, o Colégio Elvira Brandão intensificou seu compromisso com a inovação. Novas ampliações e investimentos em infraestrutura transformaram os ambientes de aprendizagem, incorporando recursos tecnológicos que fortaleceram as práticas pedagógicas e prepararam a escola para os desafios de uma educação cada vez mais conectada com o futuro.
Ao celebrar 110 anos de história, em 2014, o Elvira reafirmou seu lugar entre as mais tradicionais instituições de ensino da cidade de São Paulo. Com cerca de 900 estudantes e uma equipe composta por mais de 100 educadores, a escola consolidava uma trajetória construída sobre a excelência acadêmica, a formação humana e a capacidade de se reinventar sem perder sua essência.
A busca constante por novas possibilidades de aprendizagem levou, em 2023, à implantação do currículo bilíngue, ampliando as experiências educacionais dos estudantes por meio de uma imersão em inglês durante metade da jornada escolar. Esse movimento representou a preparação de crianças e jovens para um mundo cada vez mais multicultural e conectado.
2024 marcou um novo momento de expansão: a inauguração da Unidade Morumbi levou a proposta pedagógica do Colégio Elvira Brandão a novas famílias e novos territórios, justamente no ano em que a instituição comemorava 120 anos de história. Uma celebração que uniu tradição e futuro, reafirmando o compromisso de continuar inovando sem abrir mão do acolhimento e da formação integral de cada estudante.
Esse movimento de crescimento ganhará um novo capítulo em 2027, quando a Unidade Morumbi ampliará sua estrutura de 800 m² para mais de 2.000 m², passando a atender até o 5º ano do Ensino Fundamental e a oferecer o currículo bilíngue. O Elvira amplia possibilidades, fortalecendo um projeto educacional que continua evoluindo para acompanhar as transformações do mundo e das famílias que escolhem fazer parte dessa história.
Hoje, mais de um século após sua fundação, o Colégio Elvira Brandão segue escrevendo sua história com o mesmo espírito inquieto que sempre o acompanhou. Conectado às transformações do mundo, atento às necessidades das novas gerações e comprometido com uma educação que une tradição e inovação, o Elvira permanece em constante movimento. Cada projeto, espaço e estudante que chega representa a continuidade de um legado construído ao longo de 122 anos.
E esta história está longe de terminar: os próximos capítulos já começaram a ser escritos e ainda há muito mais por vir.